Maior pH ruminal, aumento da área de superfície das papilas ruminais (Bethancourt et al., 2024), maior aproveitamento dos nutrientes e aumento da produção de proteína microbiana (Nascimento et al., 2024).
MELHOR DESEMPENHO PRODUTIVO
Maior consumo de matéria seca (Bethancourt et al., 2024; Nascimento et al., 2024) e maior ganho de peso corporal (Bethancourt et al., 2024).
BEM-ESTAR ANIMAL APRIMORADO
Redução dos níveis de cortisol no pelo (Colombo et al., 2022), auxiliando os animais a lidar melhor com o estresse do confinamento.
MAIOR QUALIDADE DE CARCAÇA E VALOR ECONÔMICO
Aumento do peso da carcaça quente, da área do músculo longissimus e da espessura de gordura subcutânea (Bethancourt et al., 2024), elevando o retorno econômico.
CMS · Consumo de MS GMD · Ganho médio diário PF · Peso final
PCC · Peso da carcaça quente AOL · Área de olho de lombo EGS · Espessura de gordura subcutânea
Desafios dos sistemas intensivos de produção
Bovinos de corte enfrentam diversos desafios para alcançar rapidamente carcaças pesadas quando alimentados com dietas de alta energia e baixo teor de volumoso, incluindo:
pH ruminal baixo
e instável
Maior risco de abscessos e inflamações
Variação no consumo e distúrbios digestivos
Impactos negativos no desempenho produtivo, valor da carcaça e bem-estar animal
Para quais sistemas de produção?
Confinamentos e sistemas de terminação intensiva
Dietas de alta energia e baixo teor de fibra
Confinamentos com variação no processamento de grãos